A Dignidade e as Cartas de Amor

Sabe que o Amor poderia resolver todos os problemas do Mundo? 

Então... porque não escrevê-lo? 


"O amor pode ser uma carta fechada mas as palavras abriram-se para a luz. Não foi quando te conheci, nem quando te falei ou mesmo quando te toquei. Foi quando te sonhei e isso aconteceu muito antes de saber se existias".

Este pode ser o início, ou fim, de uma carta de amor. 


Ou então:

"Ter filhos distantes é como ter várias moradas em diferentes pontos do Planeta. Muitas mães têm filhos imigrados e os meus não são diferentes, nem eu serei - certamente - uma Mãe especial. Mas sou uma mulher de amor e, por isso, quero escrever esta carta."

Se não sabe como escrever a sua carta de amor, ligue-se à Terapia da Dignidade. 


Aqui, falamos o seu tom. 

Somos a sua voz. 

Damos corpo às suas palavras e alma à eternidade. 



Livro de Fotografias Comentadas


Algumas pessoas têm fotografias representativas dos momentos mais importantes das suas vidas: concretizações de sonhos, viagens, nascimento dos filhos, casamentos, reencontros e projectos, seus ou dos seus antepassados. 

E, assim, preferem falar menos e retratar-se mais. 

É o seu caso? 

Pois então, encontrou o local certo para escrever o seu Livro de Vida através de fotos. 

Pense em quantas palavras morreram na sua boca ou em seu coração, porque não teve oportunidade para dizê-las.



A Dignidade no Processo de Luto



Aplicação da Terapia da Dignidade nos Processos de Luto


Biografias ou Livros de Vida daqueles que nunca serão esquecidos.


O luto é o estado de perda quando alguém próximo desaparece da nossa vida.

No entanto, a Terapia do Luto não se resume apenas às perdas por morte. Podemos fazer luto da perda de um relacionamento, de um emprego, de um sonho, de um destino que se tornou vazio ou um objectivo perdido.

Um processo de luto saudável é fundamental para o crescimento da pessoa enlutada como ser humano. É possível viver com a dor de uma perda de alguém muito próximo mas não é possível aprender a viver essa nova vida sem passar por um processo de crescimento e amadurecimento.

Na minha Terapia poderá encontrar a possibilidade de realizar uma terapia individual de luto ajustada a mães e pais, avós, irmãos, filhos e netos, ou famílias.



A aplicação do Protocolo da Terapia da Dignidade poderá ser feita sobre alguém que partiu. 


A família, ou uma só pessoa, poderá querer fazer o seu luto relatando a vida da pessoa que ama e que deixou a sua vida entre nós. 

O processo é idêntico: reúno com a pessoa, ou com a família, aplico o Protocolo da Terapia da Dignidade, registo em audio, transcrevo as respostas e edito-as em formato papel. 

Legado ou Biografia: o que se escreve será para entregar posteriormente à família. 

E o luto?


O processo de luto será, assim, acompanhado com um processo de memória que dignificará a pessoa que partiu, com todos os seus objectivos cumpridos, histórias, memórias, lembranças e significados que deu aos acontecimentos de vida. 

Tudo isto relatado, não em primeira pessoa, mas pelas palavras do amor que ela deixou. 


Suporte Espiritual a Idosos, na Doença Crónica e em situação Paliativa 

Uma espiritualidade profunda resulta numa visão mais tranquila sobre a vida, o envelhecimento e a terminalidade.


À medida que  Ciência revela mais e mais evidências sobre as conexões entre a mente, o espírito e corpo, torna-se claro que a espiritualidade, a religião e a fé podem ajudar algumas pessoas a viverem de forma mais resiliente as condições da sua doença. 

É natural que as pessoas doentes, as suas famílias e os amigos se questionem sobre assuntos existenciais que tocam uma espiritualidade profunda sobre a qual nunca antes tinham pensado. 

Por vezes, não é sobre a divindade que necessitam saber, ou sobre Deus ou sobre religião, mas precisam falar profundamente sobre o sentido da vida.

Reflectir sobre estas e outras matérias é muito importante e pode ajudar nas tomadas de decisão sobre a própria doença e sobre o futuro. 


Espiritualidade é a relação da pessoa com o seu transcendente, as suas visões existenciais,  metafísicas e com as suas crenças de percurso. 


O suporte espiritual - e não necessariamente religioso - pode agregar valor adicional positivo à relação do doente com a sua vida, com a sua família e até com os profissionais de saúde que dele cuidam.

Isso permite uma nova perspectiva do doente sobre o processo de carência que lhe está a suceder, sobre as suas decisões mais íntimas, profundas e espirituais que precisa encetar, sobre o seu futuro e o futuro daqueles que ama.